Como podem tantas pessoas caber dentro de um mesmo ser?
Não sei se são as várias pessoas que há nele (a cada história), se é a sua pessoa, mas ele é de uma esquizofrenia extraordinariamente cativante e liberta. E liberta também a esquizofrénica que há em mim.
Há ali um leve e sustentável ser. Com ele, a vida real é como nos filmes. Somos duas personagens, não sei sequer se principais, de um não qualquer filme europeu. Dois jovens adultos, a qualquer hora, pela cidade.
Há meia noite em Lisboa, estamos em Lisboa com amor e Lisboa é onde tudo acontece.
A banda sonora? O cosmos. Desde o primeiro momento.
Xavier, como dizer-te então que "dás-me lascívia de talher",
que és um sonho bom, que mudou o tom, da minha vida. (?)
Sem comentários:
Enviar um comentário