Vinte e três anos depois dessa data, no ano de 2010, altura em que Marina já era uma artista consagrada, o Museu de Arte Moderna de Nova Iorque fez uma exposição retrospectiva à obra da autora. Dessa acção de retrospecção resultou uma instalação onde Marina se mantinha sentada em frente a um desconhecido, que contemplava, em silêncio, e por um minuto.
Um desses desconhecidos não era um estranho, era Ulay.
É neste vídeo que, ao minuto 2 e 20 segundos, podemos contemplar o silêncio de (mais) um minuto, que tanto fala.
Este é um olhar, o olhar, de profundo reconhecimento.
Este é um olhar, o olhar, de profundo reconhecimento.
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